Category Archives: Medo

The entire meaning of life

Fear of death and ignorance of the afterlife are fueling that destruction of our environment that is threatening all of our lives. So isn’t it all the more disturbing that people are not taught what death is, or how to die? Or given any hope in what lies after death, and so what really lies behind life? Could it be more ironic that young people are so highly educated in every subject except the one that holds the key to the entire meaning of life, and perhaps to our very survival?

— Sogyal Rinpoche in The Tibetan Book of Living and Dying

Heart of a Mouse

A mouse was in constant distress because of its fear of the cat. A magician took pity on it and turned it into a cat. But then it became afraid of the dog.

So the magician turned it into a dog. Then it began to fear the panther, so the magician turned it into a panther. Whereupon it was full of fear for the hunter.

At this point, the magician gave up. He turned it into a mouse again saying, “Nothing I do for you is going to be of any help because you have the heart of a mouse.”

— From ‘Heart of the Enlightened’ by Anthony De Mello

If you knew you could not fail

What great thing would you attempt if you knew you could not fail?

— Robert H. Schuller

Nirvana

Thich Nhat Hanh fala sobre Nirvana.

Pobre Povo Nação Doente

A propósito de Contribuir para nada encontrei este artigo de Baptista Bastos no Diário de Notícias:

Pobre Povo Nação Doente

Está uma batalha lá fora e os políticos não encontram melhor forma de reconhecimento do que se passa senão com dizer coisas sem sentido. A violência está a mudar (mudou) a nossa sociedade e põe em causa não apenas a face social do País como favorece a emergência de ataques à liberdade, em nome da segurança. As primeiras páginas dos jornais, os “alinhamentos” dos noticiários televisivos não se baseiam em princípios abstractos: a gestão do medo traduz a realidade do medo, e uma falta de confiança na avaliação dos políticos.

Impressionamo-nos com a crueza das imagens de brutalidade mas, a seguir, admitimo-las porque nos resignámos. Criou-se a mentalidade difusa, volatilizada, de que esta realidade é a concepção subjacente da “modernidade”. Oculta-se a verdadeira razão: o capitalismo contemporâneo criou um indivíduo que recusa e resiste a qualquer forma de compromisso. Os laços sociais foram destruídos e o homem “moderno” encerra-se em si próprio, indiferente não só ao “outro” como relapso aos assuntos públicos.

As esferas estão demarcadas. Se, num lado, os guetos não ocultam a injustiça e são alfobres de ressentimento, resultantes das deformações sociais, no outro lado estão os condomínios fechados, que multiplicam as fronteiras entre dois mundos distintos. O que se entrevê como protecção transforma-se em couraça.

As classes dirigentes alteraram, dramaticamente, os espaços de aproximação afectiva. Vivemos num país, numa sociedade, que ignora o conceito de comunidade e de partilha para se converter numa massa esvaziada de substância.

A “prevenção” do crime está certa. Mas as declarações nesse sentido, proferidas por responsáveis da “segurança”, desembaraçam-se de qualquer desejo de análise e de racionalidade. “Mais polícia” é paliativo; não é solução. A desumanização social, a deformidade e a abjecção que se encontram na natureza do sistema ganharam raízes na cultura dominante. A desigualdade na distribuição da riqueza é afrontosa. Os jornais informam que aquele multimilionário superou, em fortuna acumulada, aqueloutro; que “gestores” auferem reformas sumptuárias após meia dúzia de meses de exercício de funções; que a fuga aos impostos é uma prática só possível, e permitida, aos ricos – como se o valor de uma pessoa fosse, claramente, inferior ao de outra.

Dostoievski ensinou que o crime compensa. Raskolnikov é, unicamente, castigado pelo remorso. Sentimento que me não parece muito comum entre aqueles indicados. Henri Michaux, poeta de que gosto muito, autor, aliás, de um pequeno livro, Equador, este, sim, maior, escreveu: “Só lutamos bem por causas que nós próprios modelamos e com as quais nos queimamos ao identificarmo-nos com elas.”

O português não é mobilizado porque é constantemente desprezado.

Medo

- Porque é que o medo se apodera de nós?
- Para que o possamos superar! É esse um dos grandes desafios da nossa existência: Acabar com o medo!

Attraction

The soul attracts that which it secretly harbors; that which it loves, and also that which it fears.

— James Allen

Spiritual Journey

Love is what we are born with. Fear is what we have learned here. The spiritual journey is the unlearning of fear and the acceptance of love back into our hearts.

— Marianne Williamson